MDB e PP levantam a voz e expõem briga pela vice Por Delta | 20/03/2018 | Sem Comentários Themístocles Filho e Margarete Coelho, em foto de 2015: os sorrisos de antes agora dão lugar a aberta disputa pela vice De um lado, o MDB diz sem rodeios que não admite ficar fora da chama majoritária a ser encabeçada por Wellington Dias (PT). E diz mais: não tem plano B e cobra só e somente só a vaga de vice para Themístocles Filho. De outro lado, o PP afirma que não aceita tapetão – e que também não abre mão da vice, um lugar conquistado a duras penas. A refrega entre MDB e PP, sempre presente nas entrelinhas dos discursos dos integrantes das duas siglas, agora fica mais claro, à luz e à vista de todos. E tal clareza também traz outro esclarecimento: ainda está longe de ser encerrada a tarefa do governador Wellington Dias de apaziguar os aliados e definir a chapa que apresentará ao eleitor, este ano. No final de semana, a própria vice-governadora Margarete Coelho disse que as mulheres não poderiam ceder o lugar de vice, uma conquista histórica. Sem falar diretamente no MDB de Temístocles Filho, bradou contra o golpismo, e fez isso em um discurso em Esperantina, precisamente a terra de Themístocles. Não poderia ser mais direta. O troco veio do mais petista dos emebistas, o deputado Marcelo Castro, presidente do MDB. Marcelo disse que “é inadmissível” o MDB ficar fora da chapa. E para não deixar dúvidas sobre outras alternativas, apressou-se a dizer que o ´partido não tem plano B. É a vice. E para o lugar de vice, é Themístocles ou Themístocles. Essas alfinetadas públicas apenas evidenciam as pedradas trocadas entre os dois partidos, onde aliados de cada lado distribui mensagens contra o outro. Um exemplo: seguidores do MDB enviavam ontem, por rede social, uma gravação em que relembravam o voto de Iracema Portella a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Vale lembrar, o deputado do MDB piauiense, Marcelo Castro, votou contra. Uma maneira nada sutil de lembrar aos petistas: vejam quem está do lado de vocês. PDT vê chapa com PP e MDB ‘muito direitona’ O PDT está vendo e não está gostando dessa briga pela vice de Wellington Dias. E quer um lugar na chapa majoritária. O argumento do secretário de Turismo, deputado Flávio Nogueira Júnior, é que a chapa, da forma como está sendo desenhada, está muito pesada – em termos de imagem e de ideologia. Sobre a ideologia, é taxativo: “Está muito direitora”, afirma. Além do alegado “direitismo” do partido de Ciro Nogueira e do de Marcelo Castro, Flávio lembra que as duas siglas foram responsáveis pelo impeachment de Dilma – e que o PDT foi contra. Flávio Júnior quer um lugar para o PDT, que pode ser a vice ou uma senatoria. O partido também não tem plano B. E o Plano A atende pelo nome de Flávio Nogueira, o pai do secretário de Turismo. Compartilhe isso: Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+ Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir Curtir isso:Curtir Carregando... Relacionado 0 Comentários Deixe o seu comentário! Nome: Email: Website: Mensagem: Δ Cancelar Resposta