Sindicalista diz que governo do Piauí tentou invalidar nomeações de Policiais Civis Por Delta | 09/10/2018 | Sem Comentários O dissídio coletivo de greve da Polícia Civil do Piauí será julgado na próxima semana, dia 15 de outubro, a partir das 13h30, no Pleno do Tribunal de Justiça do Piauí. A primeira pauta será em relação a validação ou não da nomeação dos 78 policiais civis feitas em 2016, remanescentes do concurso de 2012 e 2014. O sindicato conseguiu uma decisão judicial do desembargador relator da época, James Pereira, determinando ao Estado do Piauí a realizar as nomeações dos policiais. Ao todo foram empossados 78 policiais civis nos cargos de agente e escrivão de polícia. De acordo com o sindicato, o Estado entrou com um recurso chamado agravo regimental, que vai contra a decisão singular do relator. Esse agravo será julgado agora, próximo dia 15, tendo como relator atual o desembargador Raimundo Alencar. A intenção é que o judiciário dê provimento a esse recurso, a fim de que a administração pública possa tornar sem efeito a nomeação dos 78 policiais civis. Foto:Adriana Oliveira/Portal AZ “É preciso que todos nós estejamos presentes. Sabemos que muitos desses policiais estão lotados no interior, mas aqueles que estiverem de folga ou forem lotados em Teresina, é de suma importância que compareçam. Isso mostrará aos desembargadores que os colegas estão trabalhando a mais de um ano na Instituição, e nesse momento seria desastroso para a segurança pública do Piauí se nós perdêssemos 78 policiais civis preparados, que estão trabalhando de forma diuturnas nas ruas em prol da segurança para a população”, afirma Constantino Júnior, presidente do Sinpolpi. A segunda execução dentro do mesmo processo de dissídio, que foi o motivo da paralisação de 56 dias feita nesse ano de 2018, será julgada posteriormente em uma outra audiência. O governo descumpriu o item 7 em sua letra A, o reajuste do subsídio dos policiais civis referente aos anos de 2016-2017-2018, e também a letra D, que garante o envio de um projeto de lei para a assembleia legislativa definindo a relação entre o maior e menor salário da Polícia Civil. “Atualmente o agente e o escrivão ganham 35% do que ganha um delegado, um perito ganha 60%. Essa relação é considerada injusta, pelo fato de todos os cargos da Polícia Civil terem como requisitos para o ingresso na Instituição o ensino superior. É necessário que o governo possa definir na lei a relação salarial da sua categoria. Por isso, contamos com a presença dos 78 companheiros diretamente inclusos na primeira execução, e com todos os outros policiais civis para apoiarem a causa”, finaliza o presidente. Fonte: Portal AZ Compartilhe isso: Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+ Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook Clique para compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp Clique para compartilhar no Telegram(abre em nova janela) Telegram Clique para imprimir(abre em nova janela) Imprimir Curtir isso:Curtir Carregando... Relacionado 0 Comentários Deixe o seu comentário! Nome: Email: Website: Mensagem: Δ Cancelar Resposta